/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/c/4/9RNlUIQWA0GLBppdIULA/2025-04-12t182101z-489682537-rc2hwdahm8fj-rtrmadp-3-europe-weather-albania.jpg)
Nesta quinta-feira (11), espectadores de todo o Brasil poderão observar a chamada “Lua cheia do veado”, se as condições climáticas forem favoráveis, claro.
O fenômeno leva esse nome por marcar o período em que os veados machos do Hemisfério Norte, também chamados de bucks, começam a desenvolver seus novos chifres, uma referência vinda de tradições indígenas da América do Norte.
Seu ápice acontecerá perto das 17h30 (horário de Brasília), mas o melhor momento para ver a Lua será no início da noite, logo após o pôr do sol, quando ela começar a surgir no horizonte com seu tom alaranjado característico.
Para quem pretende observar, a dica é procurar um local com boa visibilidade do céu e pouca poluição luminosa, não é preciso usar telescópio, mas binóculos simples podem ajudar a ver detalhes como as manchas escuras da superfície do satélite natural.
Além do nome mais conhecido, essa Lua cheia também é chamada de “Lua do trovão”, em referência às tempestades comuns em julho no Hemisfério Norte.
Povos celtas e europeus antigos também chamavam esse período de “Lua das ervas”, pois essa costumava ser uma época ideal para colher plantas medicinais. Já os anglo-saxões a chamavam de “Lua do feno”, por ser o momento da colheita do pasto.
Outro detalhe interessante é que esta será a Lua cheia mais distante do Sol em 2025, já que brilhará nos céus poucos dias depois do chamado afélio, o ponto da órbita da Terra em que estamos mais afastados da estrela.


